Mergulhada em solidão; Afogada em lágrimas; Perdida em meu vazio, eu grito e ninguém me escuta. Nem meus ouvidos! Somente quem me escuta é o meu coração, que chora comigo. Eu gostaria muito de não querer ver além do que os meus olhos enxergam. Mas não; Eu procuro sempre mais do que encontro... Eu quero sempre mais do que eu tenho... Além do que os meus olhos não veem, eu enxergo a minha alma que corre entre pensamentos obscuros, por um corredor sem saída e me leva contigo, onde eu não queria estar. Dentro desse corredor, a escuridão é somente eco do meu coração. Frio, escuro, sozinho... Eu corro para chegar ao fim, eu corro o máximo que eu posso, eu do o máximo de mim para que eu chegue ao fim ainda com vida. Mas minhas forças não existem mais. São somente pó de uma esperança morta! Então eu caio. Ao meu redor, somente espelhos que refletem uma vida. Um pesadelo e não há como acordar! Não ha o que fazer! Não adianta gritar, não adianta fexar os olhos e não pensar. Presa dentro dessa dor, ninguém pode me ajudar; Presa nesse corredor, não há como me salvar! Presa dentro dessa dor, estou desistindo de tentar...
domingo, 20 de abril de 2008
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